Manual da Solteirice-Relacionamentos Amorosos em uma Visão Feminina!

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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Ele não está tão afim de você | Manual da Solteirice


A verdade por trás do “Ele não está tão afim de você”
                Antes de iniciar o post, queria notificar que agora eu tentei colocar um link bacana para você acessar meu twitter no canto superior direito da barra que tem aqui no blog. Eu queria um daqueles que ficam aparecendo os tweets numa barra aqui do lado mas por motivos de: isso é muito complicado pro meu cérebro, não rolou. Vocês podem reparar que tem um pássaro azul voando pelo site, e se clicarem em cima dele, vai pro meu twitter. Na hora que fiz achei isso bem brega, ia deletar, mas depois resolvi deixar o pássaro voando aí pela página. Quando enjoar ou descobrir como faz o outro, eu tiro.
                Em 2009, num reino bem distante, estavam os príncipes e princesas na mais perfeita calmaria vivendo felizes para sempre (cada um ao seu modo, é claro) quando....foi lançada uma maldição por todo o principado. Foi aberta a caixa de pandora. PAH. Um tapa na cara das princesas. A carta de alforria dos príncipes. O filme “Ele não está tão afim de você”. Basicamente, o filme passa a mensagem de que quando um homem não te dá tanta atenção quanto você quer receber, ou não parece tão interessado, é exatamente isso que está acontecendo: ele não quer te dar atenção e não está interessado. E o problema, ao contrário do que suas amigas falam, não é com ele: é com você. Não adianta ligar, curtir foto, chamar no whatsapp, tentar fazer ciúmes: nada mudará. Você não reúne as características interessantes que uma mulher precisa ter para ele se interessar a ponto de relacionamento sério, ou até, de ligar no dia seguinte. Game over.
                Para a fórmula ficar mais perfeita ainda, embutiram tudo numa comédia romântica. O gênero de filme preferido das mulheres. Uma bela comédia romântica, despretensiosa, engraçadinha, mas que continha uma mensagem bombástica. Daí acabou-se tudo no principado. Com a maldição lançada, sem finais felizes, princesas descobriram a verdade sobre seus príncipes e estes, sentindo-se libertos da obrigação de viverem felizes para sempre, partiram para o bar mais próximo para tomar uma rodada de rum. Ip-Ip-Urra.
                Longe de mim comentar sobre o filme, pois eu também acho que isso é verdade. Teve todo aquele impacto em todos os blogs em que os homens falavam que a lógica masculina estava naquelas simples ideias e que todas as mulheres deveriam ver aquele filme. Eu também acho. Mas sabe o que é ruim? O depois. O depois do “Ele não está tão afim de você”.
                O depois quando, você está saindo com aquele carinha que parece legal e tá curtindo, e a coisa desanda. Ele te liga menos, para de responder as mensagens, te ignora no chat do facebook. E parece que quanto mais você tenta descobrir as razões do comportamento, mais ele repete.  Aí tudo bem. Você lembra do filme. Ele não está tão afim de mim. Princesa passa o blush, anuncia festa no castelo e convida todo mundo do reino. Aí vem o depois. Depois, dali a 4 semanas o príncipe aparece namorando. Daí, eu digo, meus senhores por mais que toda mulher entenda a lógica do filme, das razoes masculinas, ela vai falar: “QUE DIABOS ELE VIU NESSA BARANGA QUE NÃO VIU EM MIM??”. Reforço que aparecerão adjetivos como feia, baranga, sem sal, e demais depreciações à eleita do rapaz.
                Ou então, você namora há 10 anos. Está crente que o príncipe vai te pedir em casamento logo logo. Já pensa na festa, no buquê, nas flores, nas lembrancinhas até na cor do sapato que a sua mãe vai ter que estar usando no altar. Aí passa o tempo. O príncipe não te faz o pedido. Você pensa, se alguém está junto há tanto tempo, deve existir algum sinal de compromisso, ninguém desperdiça tanto tempo de vida a toa. Esse é um dos grandes erros que eu acho que as pessoas cometem, que é tratar os relacionamentos como se fossem um investimento, uma caderneta de poupança do tipo: “Olha to investindo aqui faz 10 anos, tá na hora de eu ter meu retorno não é?”. Daí você começa a perceber que o retorno não vai vir. Começa a cobrar. Bancos cobram. Pessoas não cobram. O príncipe começa a fugir. Você impõe uma condição: olha você não gosta de mim o suficiente pra casar então é melhor não estarmos juntos. Vocês terminam. Quando você se restabelece depois de algum tempo (um ano e meio talvez) depois de muitas sessões com o terapeuta, já tem seus amigos de volta, uma amiga sua em comum com ele te fala: “Olha eu sei que você vai ficar sabendo de qualquer jeito, mas  preferi te contar a você saber por qualquer um: o príncipe vai casar.” PAH. Posso te garantir, posso apostar meus dois membros inferiores (e olha que eles tem valor, porque eu  estou investindo pesado neles na academia)que a primeira coisa que vai passar pela cabeça dessa mulher é:  O.QUE.ESSA.DESGRAÇADA.TEM.QUE.EU.NÃO.TENHO?
            O depois é horrível. Você fica pensando:
Se ela é mais feia: Mas eu sou muito mais bonita que esse exu.
Se ela é mais bonita: Então eu não sou bonita o suficiente? Será meu cabelo? E se eu mudar, fazer algumas mechas?
Se ela é mais chata: Mas gente, essa cidadã é in-su-por-ta-vel. Como ele aguenta ela?
Se ela é simpática e legal: Eu não sou legal? Sou chata?
Se ela é o combo: linda, simpática e legal: você fica com raiva, porque queria algo para odiar ela, e não tem.
Enfim. A pulga atrás da orelha aparece.
Acreditem homens, é extremamente chato quando isso acontece. Por isso, peço, aos grandes homens, por mais chatas que nós mulheres sejamos as vezes, não sejam levianos com nossos sentimentos. Quando você tem uma história com uma garota, simplesmente não suma. Isso dói. E a nós mulheres, cabe o exercício do semancol, como explica no filme. Identificar atitudes e deixar que os homens que não estão tão interessados em nós seguirem seus caminhos. Nada de telefonemas loucos e mensagens insistentes, inbox, chamadas malucas no chat, nada de neurose. Aos primeiros sinais de naufrago, amarre bem a cabeleira, dê um nó no vestido, engula uma porção de ar e salte do barco, antes que ele afunde. Vá nadando até encontrar terra firme.
E eu vou contar uma história, quase um conto de fadas. Como todo esse post foi escrito com essa temática, continuarei nela até o fim. Era uma vez uma princesa linda. Loira, dos cabelos mais invejados do mundo. Famosa, modelo internacional com o corpo e o rosto invejado por todas as mulheres do planeta. Essa princesa se chamava Gisele Bündchen.


A mulé é modelo e essa foi a única foto que achei dela vestida de algo parecido com uma princesa.

A princesa namorava um dos mais belos e cobiçados príncipes do reino de Hollywood: Leonardo Dicaprio.

                                Sexy and I Know It!

Foram cinco anos de relacionamento da Princesa Gisele com o Príncipe Leo. Todo o reino perguntava “E aí, caras, quando vocês vão casar?”, mas recebiam apenas negações como respostas.

                                                    O Casal Real


Após cinco anos de relacionamento, não deu. A princesa Gisele largou o príncipe, e os tabloides do reino de Hollywood foram a delírio, noticiando que a causa do rompimento era que: ela estava cansada de esperar o pedido de casamento do príncipe. A partir daí a princesa Gisele se aventurou nos sete mares com um rápido relacionamento com o pirata das ondas Kelly Slater, no mesmo ano de seu rompimento com o príncipe Leo.

         
                   A princesa estava afim de navegar em novos mares

Um ano depois, em 2006, Gisele começou a namorar o príncipe Tom Brady, que seria, o príncipe certo pra ela. Casaram-se em 2009 e atualmente os dois tem 2 filhos.

                                     O final feliz!

Por enquanto, temos um final feliz. O que eu quis dizer com essa minha historinha meio tosca transformada em conto de fadas, é que, as vezes nós mulheres nos empolgamos e viajamos num relacionamento e o príncipe acaba virando um sapo. Isso não significa que não existem outros príncipes por aí. Significa que devemos ter amor próprio para perceber quando a situação não vai sair daquilo, e nadar por outros mares, e até por outros reinos até chegar no nosso “final feliz”...

PS: Por favor, não me chamem daquelas malucas que ficam esperando príncipes encantados e homens perfeitos chegarem. Foi apenas uma brincadeirinha com a escrita.

Kisses ;)






segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cantadas que funcionam em uma balada | Manual da Solteirice

Paquera na Balada relacionamentos amorosos manual da solteira
    

   A maioria dos homens tem grandes dúvidas em como agir em alguma balada ou festa na hora de “partir pro ataque”. Nada melhor que, uma opinião feminina sobre o que funciona e o que não funciona na hora de tentar algo com alguém. Para isto, vou ilustrar as lições com uma historinha :
                Há mais ou menos um ano, um  grande amigo meu que, vamos chamar de Mauro ficou solteiro.  Acontece que o guerreiro Mauro havia passado praticamente 10 anos namorando (ele emendou 2 namoros – sim, tem louco pra tudo) e estava de volta pra guerra. Porém, Mauro não tinha espada, nem lança, nem escudo, nem nada. Resumindo: ele estava completamente perdido na arena.
                Eis que, chega a cavalaria. Eu, como boa amiga solteira (a quem a maioria de meus amigos recorre após terminar o namoro) jogo a bóia salva-vidas para resgatar este marujo de seu trágico afogamento  e trato de realocar o garoto novamente à bordo. Acontece que, conversando bastante com ele , percebi que o buraco era mais embaixo: ele não sabia mais se gostava de balada, não sabia mais que barzinhos eram bons, não sabia dançar (automaticamente essa era uma desculpa para não ir mais em baladas) e, o pior: não sabia mais chegar em ninguém- ele estava completamente enferrujado. Emprestei então, temporariamente minha turma de amigos para q ele pudesse sair por hora, e, vendo a situação crítica do rapaz me pedindo ajuda, pensei no que eu gosto ou não gosto de ouvir em uma balada. Achei mais fácil falar para ele o que NÃO fazer, assim ele consegue usar a imaginação e a criatividade para fazer o resto.

Sobre a dança:
               Acredito que todos tenham assistido a cena clássica do filme Hitch-Conselheiro Amoroso, onde o personagem do Will Smith ensina o personagem do Kevin James como dançar. Ou melhor, como não dançar. Confesso, é um pouco desagradável ficar do lado de um cara que parece que está com a sola do sapato colada no chão o tempo inteiro, mas antes isso que virar chacota na rodinha por encarnar o Michael Jackson no meio da pista de dança. Na dúvida, não dance. SE quiser dançar, siga o básico: um pra lá, um pra cá. Simples e eficiente.





Fique Ligado nos detalhes:
              Você não precisa ser um metrossexual, mas é importante ficar ligado em detalhes que fazem a diferença e podem contar pontos a seu favor. Por exemplo, um bom perfume é um ponto a mais, afinal caras cheirosos são incrivelmente sexys  já existem estudos realizados que dizem que o olfato influencia na atração/vontade de beijar. Uma coisa que eu particularmente acho feio em balada é usar boné. Na realidade eu não acho boné legal em ocasião nenhuma, mas se o seu cabelo não é seu amigo, vale passar um mousse para modelar e além de tudo não deixa aquele aspecto “molhado” do gel. Observem que estes são detalhes mínimos, não vão fazer você mais ou menos homem por isso, no entanto são um toque a mais para quem não quer passar aquele visual completamente desleixado.

Após essa conversa com ele, de assuntos técnicos passei  aos detalhes específicos da coisa.

Seja criativo mas, na medida certa:
               Na minha opinião, as melhores cantadas são aquelas espontâneas. Por exemplo, por qualquer motivo, espontaneamente, surge um assunto com um cara qualquer. Seja porque a fila do bar está muito grande ou qualquer outra ocasião, são boas oportunidades para iniciar uma conversa. E esse papo evolui ou não para uma ficada.
               Eu não acho legal aquelas puxadinhas de cabelo, tampouco no braço, quando a menina está passando. Isso é desagradável. E não funciona , na maioria dos casos tem o efeito contrário. Não preciso falar nada sobre chegar pegando, passando a mão e querendo agarrar não é?
               O negócio é não ser muito diferente, apenas ache a oportunidade certa. Espere um momento em que a garota esteja sozinha sem conversar com as amigas (afinal nada mais chato que um cara atrapalhando nossa conversa) e vá para o ataque.
               Há duas semanas atrás eu estava numa balada, veio um cara conversar comigo. Peraí, conversar não. Ele chegou  me abraçando e fazendo um biquinho ridículo. Sim, isso mesmo um biquinho da Xuxa. Meu único sentimento por esse cidadão na hora foi um imenso desprezo e uma vontade de rir na cara dele. Infelizmente não consegui segurar essa vontade e simplesmente dei risada na cara do companheiro e saí andando. Taí um péssimo exemplo de xaveco.

Ballack relacionamentos amorosos manual da solteira
Pensando bem, sendo o Ballack a gente perdoa.


O que NÃO falar:
               Ok , neste estágio você, guerreiro , conseguiu passar pelos portões da arena e está cara a cara com o leão.  Inicialmente mantenha uma conversa amena, sobre trivialidades. Obviamente se apresente, pergunte o nome dela e tudo o mais. Logo , comece a falar sobre a garota, o que ela faz, tente descobrir coisas que vocês tem em comum, para assim gerar mais assunto entre vocês. O papo é tudo, já aconteceu do cara não me atrair num primeiro momento, mas depois conversando o quadro mudar. Lábia é o que faz a diferença.
               Se a garota estiver curtindo, conversando e abrindo espaço para conversa, ótimo: suas chances são grandes. Mas, se por algum motivo a conversa não estiver andando, e você quiser tentar a sorte com outra, calma. Avise a garota que vai sair com uma desculpa qualquer, mas que deixe claro que você não vai voltar. Não deixe a garota esperando com desculpas de “vou ao banheiro e já volto”, isso é péssimo e muito desagradável. Antigamente tinha uma balada aqui na minha cidade que o banheiro masculino tinha uma entrada e uma saída no lado oposto da balada. Ou seja, não conheço uma cidadã que nunca levou o fora do “vou no banheiro “ e o cara saiu pelo outro lado, deixando a menina plantada.
                 O importante, na realidade, é não ficar procurando isso: curtir a balada, seus amigos e se rolar, rolou. Não é vergonha nenhuma sair de uma balada no 0x0. Ah, quanto ao meu amigo, descobriu que a vida de solteiro é molto bono, bambino , e não saiu dela até hoje. É, acho que desvirtuei mais um.

Até a próxima!
kisses ;)